quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Quarta feira do caos onde tremo com uma arma cósmica para atirar em uma ladra de destinos.


Estou atrasada 05:16am,mas não estou nem ai para horário.

Nem ai para a minha ausência como peça da máquina de fazer dinheiro.

Quero ficar e me observar com calma,

sem a pressa da necessidade alheia.

Não consigo chorar,

estou em prantos dentro de mim jogando pratos,vidros quebrados,

com a desculpa descabida de um acidente de ira,e neste percuso cortar meus pulsos,

por fora não demonstro nada,não sai,

nem uma água dos meus olhos que tudo vê.

Eu odeio odiar,

sempre mato o psicologico ou as espectativas de alguém numa hora como essas.

Viro uma bomba,levando junto o que está por perto.

Cansei de ter bondade,quero me entregar de vez a este ritual de perda de escrúpulos.

Vamos moldar a minha filhadaputagem?

Que tamanho eu uso?

Único?

Estou ardendo,

se algo me relar vou gritar,

pois a dor está lacinante.

Tinha separado cada tinta de minhas artérias em potes com adesivos distinguindo um de cada,nesta pancada cai e derrubei tudo,os vidros se quebraram e as tintas se misturam,e por ser hômogenea não consigo separar.

A qual é Deus?Seu piadista insensível,que me observas no cotidiano com esta sua cara de santa puta,para de noite quando todos os santos e anjos estiverem dormindo,vai se embebedar com o diabo. O que você quer? Não me force a ir contigo,sou abtênia.

Mas lhe digo mulher,pela interrupção que fizestes te desejo em triplo a sua desgraça! Pois como sempre, o diabo vem e alicia em forma de "donzela". Usando como vantagem a sua carência,a incopetencia de não ter te substituido e e o apego não dissolvido,sempre lembrando as boas coisas do passado,querendo destorcer o real do seu final.





Äpathie Dread

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