
Todo mundo quer amor!
Ou eu estou errada?
Presumo que não!
No cotidano me deparo com a frieza e a aspereza do seres humanos quando você demonstra afeto para com eles,geralmente as pessoas estão mais fechadas,repelindo qualquer manifestação profunda e pura de carinho,chega até fazer as pessoas a qual manifestam este afeto sentirem-se mal,como se estivessem infectadas com um virús mortal e asqueroso.
Chega a aura da pessoa parecer dura,não aquela coisa sedosa como algodão esfumaçada como sonho,ela se torna dúctil.
Quando criança ,interpretava o abraço como uma forma de apertarmos tão forte a pessoa e encostarmos o nosso coração no dela,a ponto de sentir a mesma vibração,a mesma conexão,e que ficasse explicíto neste ato a importância que a pessoa tinha,e que as sensações fosse transmitidas de um coração ao outro,que nem carimbo. Mas hoje,vejo muito adulto com o peito fechado a cadeado.É triste. A gente quando é criança , fala tanta coisa espontaneamente,desde besteirinhas até uma crítica ou elogio,ao tornarmos adultos acreditando sermos mais fortes passamos a usar máscaras,nos tornamos retardadamente desprotegidos,utilizando de coisas e sentimentos corrompidos para nos safar do que é intenso e verdadeiro,pois desaprendemos a arrecadar pureza,desgarramos da mão da liberdade e espontaneidade,o ego já apita,às vezes nos tornamos chacais.
Quero abraço,quero beijo,quero palavras de "Eu te amo",quero falar ,transmitir,sentir e fazer sentir,e tudo isso sem medo, sentir vivamente, expandir minha alma,álias, nossas almas.
Sinto pelos outros,mas abro mão,pedindo demissão desta vida de pseudo-adulto,de pseudo-espiritualizado,e humildemente me rendo a aprender com as crianças ,os animais e com o universo.
Äpathie Dread




