
Levanta de manhã,a primeira coisa é ver sua aparência em seu lindo espelho,procurar detalhes minuciosos de que não há feiura em seu belo rosto,se apronta como se fosse para a última festa,toma o melhor café selecionado por seus criados pré-selecionados.Come pouco se não vai engordar,é chique passar fome,as curvas em suas silhuetas após várias tentativas de vômito lhe causam deleite,pela estética correu a té o risco de engolir a proria mão.
Um certo dia deparou-se com o tempo ficou velho(a),não tinha construido nada,em teu peito o interior vazio e oco,e a angústia de não poder restaurar sua superficialidade.E o garoto(a) do teu lado,da tua frente,do outro lado do mundo, de sua pátria e vários cantos; mostra de sua carcaça seca,olhos fundos,a mãe fincada a miséria sem futuro,mostra que nem as frutas à vossa senhoria que foi selecionado pela fome,miséia ,desigualdade,e recebera logo cedo as palmadinha do papai Capitalismo.Em pensar que de seu lixo senhor(a),pode ser o ouro desperdiçado do garoto.Pois ja a mãe dele morrera de fome.
É, dizem que criança tem resistência...
Äpathie Dread
(03/08/2006)

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